O nível de emprego na construção civil brasileira encerrou 2011 com alta de 7,46%. No período, o número de empregados com carteira assinada cresceu em 211.098, apontou pesquisa mensal feita pelo SindusCon-SP.

O nível de emprego na construção civil brasileira encerrou 2011 com alta de 7,46%. No período, o número de empregados com carteira assinada cresceu em 211.098, apontou pesquisa mensal feita pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) com a FGV.
Contudo, no último mês do ano houve queda de 2,69% nas contrações em relação a dezembro. O número de demissões superou o de contratações em 83.921.
Segundo o presidente do SindusCon-SP, Sergio Watanabe, a abertura de mais 211 mil empregos diretos em 2011 na construção, número inferior ao apurado em anos anteriores, apontou que o setor atingiu um novo patamar de atividade, com ritmo de crescimento mais moderado e adequado ao atual momento econômico.
No Estado de São Paulo, a construção demitiu 13.878 mil trabalhadores em dezembro, queda de 1,73%. O contingente total empregado pelas construtoras paulistas foi reduzido para 790.504 trabalhadores com carteira assinada. Entretanto, ao final de 2011, o nível de emprego no Estado cresceu 5,7% em relação ao ano anterior, com a criação de mais 42.609 vagas.
Na capital paulista, houve queda de 0,90% em dezembro (-3,3 mil postos de trabalho). Por outro lado, no ano houve acréscimo de 7,24% (+24,9 mil trabalhadores). Dentre as nove regiões pesquisadas no interior paulista, os maiores declínios foram registrados em Presidente Prudente (-5,69%), São José do Rio Preto (-3,30%) e Campinas (-3,08%). No acumulado do ano, apenas duas regiões tiveram queda nas contratações, sendo São José do Rio Preto, que apresentou recuo de 4,31% (2.867 vagas) e Santo André, com queda de 4,31% (1.029 trabalhadores).
Fonte: www.ultimoinstante.com.br